Excessivamente

Excesso: s.m. Quantidade a mais, o que excede os limites ordinários...

http://www.ilhagrande.org/ilha-grande-ameacada

Estava olhando um site da Ilha Grande, meu paraíso, e vi um pedido de S.O.S e cliquei no link para checar o que era...
E vi que o nosso governador, o excelentíssimo senhor Sérgio
Cabral, assinou um decreto permitindo uma maior ocupação em terras ambientalmente protegidas e construção de empreendimentos em toda a área da Baía de Ilha Grande, ou seja, uma infinidade de belezas naturais está ameaçada, pois agora a construção de mais casas, pousadas e etc vai estar liberada em toda a Ilha e suas redondezas, e minha princesa corre o risco de perder toda sua flora, fauna e encanto. Isso me deixou totalmente aterrorizada e sinceramente, estou arrasada com tamanha pouca vergonha. Nosso governo não cansa de encher os bolsos de dinheiro? Será que Sérgio Cabral já conheceu a nossa Ilha? Será que ele sabe quanta beleza há naquele lugar?

Quem puder dar sua assinatura aí, mesmo tendo quase certeza que será em vão, vale a intenção!

http://www.petitiononline.com/dav08nov/petition.html

Obrigada, tenham uma boa noite e até mais!

Deitada, inquieta. Estou aqui pensando nas coisa que eu vivi, no que não vivi e em tudo que poderia ter vivido. A vida não é mais a mesma (nunca é), porém eu gostaria muito que houvesse ao menos a possibilidade de ser como era antes. Viver aquilo tudo que era bom seria o ideal agora. Sabe, eu era feliz demais na época em que virava a madrugada ouvindo músicas, vendo os outros beberem, falando e ouvindo altas besteiras, curtindo cada segundinho de minha juventude. Naquela época a gente se deleitava em qualquer lugar, se curtia aonde quer que fosse. E eu me satisfazia em apenas vê-lo, ao menos vê-lo. Era assim pois nosso tempo era curto, contudo era só nosso. Hoje o tempo é ainda mais dedicado a variadas coisas e consequentemente, ainda mais curto. Só que nossas exigências são maiores. Queremos muito mais um do outro, um ao outro. A falta que ele me faz é perturbadora, mesmo tendo ele aqui dormindo ao meu lado (com suas feições nada angelicais, mas que para mim traz a maior paz do mundo), mesmo tendo passado algumas horas boas com ele hoje. Mesmo assim já não me contento, sinto a falta dele só pra mim e disposto a estar "só para mim". O tempo anda virando meu inimigo, andando rápido quando não tem que andar, girando lento quando deveria ser mais ágil. Nisso vou descobrindo que odeio relógios. Os ponteiros me atrapalham, e nisso recorro ao relógio digital e esse já me parece ainda mais lento quando deve ser rápido. Agora estou aqui, só. Não totalmente, mas estou só por uma escolha, feita biologicamente por meu corpo, que me faz ter insônias indesejadas. Sozinha, imagino como nosso amor é grande, tão gigante que não cabe no nosso tempo. A aliança já não me tem grande serventia, apenas me deixa mais desesperada e esse desespero de alcançar a tal¹ me persegue como sombra, insistindo em deixar "cinzas" nos meus dias que antes eram tão coloridos. Agora, minhas horas ficam desbotadas... Minhas horas não passam, ou passam, sei lá. Só sei que não conseguem agir da forma que deveriam. Só não consigo tirá-lo² de mim, não consigo. Mas será que deveria? Um amor desse... (?) Só o tempo vai dizer, mas ele não está querendo colaborar comigo.



¹-liberdade
²- Ele

Olá, tudo bem por aqui?

Estou com saudade de falar por aqui, mas não tenho tido muita inspiração ultimamente.
Minha vida anda na mesma. meu relógio biológico não concorda com o meu mental,
como sempre. Fico me precipitando, desejando fortemente que o tempo passe para eu poder virar dona do meu próprio destino. Quero trabalho e faculdade!! Já!!!

E a alergia? Esqueceram dela não é? Até que ando em paz com minhas vias respiratórias. Esporadicamente, ou mais, coço meu nariz, minha garganta, meu ouvido, minha cabeça, meus pés... Enfim... Essa é minha vida.

E o amor? Ando meio estressada. A falta de espaço e tempo disponível para nós dois nos irrita, me irrita. Mas quem disse que mesmo assim um consegue ficar sem o outro.

É isso aí. Não tenho muito o que falar hoje.
Até!!




Eu, como boa moleca que sou, fui assistir ontem esse filmezinho e me apaixonei. Ri bastante e adorei!

Assistam, "Tá chovendo hambúrguer!"

Sabe o que me intriga, e que as autoridades brasileiras estão lutando para fazer um Rio mais bonito para receber os turistas em 2016, mas enquanto isso os traficantes continuam na sua busca incessante para obter as "bocas de fumo de toda a nação". E o que mais me dá raiva, e é engraçado, é que os "generais" da favela são mais organizados que nossos políticos, que deveriam estar se importando mais com as pessoas que morreram, suas famílias e com as pessoas que infelizmente ainda vão morrer. O fato maior é que o cérebro de nosso governador não funciona, e será que ele não sabe que nós achamos feio essa falta de raciocínio? Será que para ele é mais fácil deixar dezenas (por enquanto) de pessoas sendo mortas até 2016, quando ele (ou outro) irá negociar duas semanas de paz com os bandidos, em troca de dinheiro, fuzis e mais compradores de drogas ilícitas? Mas depois tudo pode voltar ao normal, claro! Podem voltar a invadir "morros alheios", matar uns ou outros porque para eles (políticos) não vai fazer diferença! Que desgosto, que desgotos.

... Enquanto milhões de pessoas voltavam exaustos dos seus trabalhos, enfrentando engarrafamentos e esperando seus ônibus que nunca chegam, afinal, era a hora do rush no Rio de Janeiro. Lá fora, em outros lugares longe de nosso "bairrozinho", de nosso quarto, inúmeras coisas aconteciam enquanto nós enchíamos aqueles uniformes verdes de libido, de luxúria, de suor. Aquele momento me fez esquecer de cada rosto já visto, de cada boca já beijada. Sua voracidade em me ter era penetrante, impressionante. Nenhuma pessoa jamais me faria sentir aquilo. Morreria ali, mas renasceria para reviver cada detalhe daquela situação. Amor transbordando, misturado com um desejo intenso de um pelo outro e do desejo de prorrogar aquele instante. Ali, naquela cama, naquelas camisas fluorescentes, pude me redescobrir como sua e pude ser capaz de entender que daquele jeito eu seria eternamente feliz. Nós, acesos pela chama vinda de nossas entranhas misteriosas. Aquela chama que um dia nos fez querer viver juntos, aquele fogo que nos fez permanecer juntos e dessa mesma chama, dessa labareda louca, surgiu uma vontade de estar perto por mais 4 anos, mais 4, mais 4, mais 4... A partir de agora, sei que fui exilada do meu território para viver no seu, e de bom grado aceito essa condição...